Acho que não há ninguém sádico o suficiente para gostar de tomar uma condução pública, além, é claro, dos motoristas e trocadores que amam suas profissões, o que, ainda sim, parece-me algo raro. Pega-se ônibus por uma questão de necessidade, de conveniência e, como um estudante de direito acolá, porque é economicamente viável. Imaginem o caos no qual as cidades grandes se transformariam se cada cidadão tivesse um carro. Não ia dar certo em definitivo. Os palavrões que conhecemos triplicariam, o
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03/01/2004 - 04/01/2004 /